sábado, 1 de outubro de 2011

(Luiz Fernando Veríssimo)

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.

Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?

São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Moral?

Dois portugueses, Manuel e Joaquim, andavam pela rua quando viram um montinho de cocô no chão. Manuel parou e falou: "Joaquim, eu pago R$ 1.000 se você comer esse cocô aí no chão". Joaquim comeu o cocô e ganhou seus R$ 1.000. Duas quadras adiante, o próprio Joaquim encontrou um montinho de cocô no chão e falou: "Se você comer esse cocô eu também te pago R$ 1.000". Ele comeu e também recebeu o dinheiro.
Qual é a moral da história ?
Os dois comeram cocô de graça.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Moral da História?

"Um homem gostava mais do seu carro do que qualquer outra coisa. Certo dia, o carro bateu no poste e deu perda total. Para ter uma lembrança do carro do qual tanto gostava, ele pediu que fizessem uma espada com a sucata restante. Tempo depois, a casa do sujeito foi invadida por um assaltante. Eles começaram a brigar até que o assaltante encontrou a espada e a usou para matá-lo.
Qual é a moral da história?
Não faça do seu carro uma arma, a vítima pode ser você."

domingo, 21 de agosto de 2011

"O SALÁRIO DE 344 PROFESSORES (QUE ENSINAM) = AO DE 1 PARLAMENTAR (QUE ROUBA)!!!
  "No  futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do  mundo e todos estão tristes. 
 Na  educação é o 85º e ninguém  reclama..."
   
EU  APOIO ESTA TROCA
   
   TROQUE  01 PARLAMENTAR POR 344  PROFESSORES   

  
 Essa  é uma campanha que  vale a pena! 
  
Repasso  com solidária revolta! 
Prezado  amigo!
Sou  professor de Física, de ensino médio de uma  escola pública em uma cidade do interior da  Bahia e gostaria de expor a você o  meu  salário bruto mensal:  R$ 650,00. 
 
 Eu  fico com vergonha até de dizer, mas meu salário  é R$ 650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais  que outros colegas de profissão que não possuem  um curso superior como eu e recebem minguados  R$ 440,00. Será que alguém acha que, com um  salário assim, a rede de ensino poderá contar  com professores competentes e dispostos a  ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda  existem bons professores lecionando, atualmente  a regra é essa: O professor faz de conta que dá  aula, o aluno faz de conta que aprende, o  Governo faz de conta que paga e a escola aprova  o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura  verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um  idealista e atualmente vejo a profissão como um  trabalho social. Mas nessa semana, o soco que  tomei na boca do estomago do meu idealismo foi  duro!
Descobri que um  parlamentar brasileiro custa para o país R$ 10,2  milhões por ano...  São os parlamentares mais caros do mundo. O  minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte  R$ 11.545.
Na  Itália, são gastos com parlamentares R$ 3,9  milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões,  na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$ 850  mil e na vizinha Argentina  R$ 1,3 milhões.
 
Trocando  em miúdos, um parlamentar custa ao país, por  baixo, 688 professores com curso superior  !
Diante  dos fatos, gostaria muito, amigo, que você  divulgasse minha campanha, na qual o lema  será:
'TROQUE  UM PARLAMENTAR POR 344  PROFESSORES'".

sábado, 20 de agosto de 2011

Definição de globalização que professores não ensinam


"QUE É GLOBALIZAÇÃO ?

SIMPLESMENTE  FANTÁSTICA A DEFINIÇÃO.

Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta: A Morte da Princesa Diana..
Pergunta: Por quê?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um
acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos.
E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwane um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia. Isto é,

GLOBALIZAÇÃO!!!
___________________________//________________________

QUEM SOU EU?

Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado
CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou  MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA, em viagens TURISTA, na rua caminhando PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE. Nos
jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio
OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO , para o povão... PRESUNTO... Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO... E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU."

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

LOJA DE MARIDOS


Foi inaugurada em New York , The Husband Store, uma nova e incrível loja, onde as damas vão escolher um marido.Na entrada, as clientes recebem instruções de como a loja funciona:Você pode visitar a loja APENAS UMA VEZ!
São seis andares e os atributos dos maridos à venda melhoram à medida que você sobe os andares.
Mas há uma restrição: pode comprar o marido de sua escolha em um andar ou subir mais um.

MAS NÃO PODE DESCER, a não ser para sair da loja, diretamente para a rua.

Assim, uma dama foi até a loja para escolher um marido.

No primeiro andar, um cartaz na porta:

Andar 1 - Aqui todos os homens têm bons empregos.


Não se contentando, subiu mais um andar...

No segundo andar, o cartaz dizia:

Andar 2 - Aqui os homens têm bons empregos e adoram crianças.

No terceiro andar, o aviso dizia:

Andar 3 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças são todos bonitões.
“Uau!”, ela disse, mas foi tentada e subiu mais um andar.
No andar seguinte, o aviso:
Andar 4 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças, são bonitos e adoram ajudar nos trabalhos domésticos.
“Ai, meu Deus”, disse a mulher, mas continuou subindo.

No andar seguinte, o aviso:

Andar 5 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças, são bonitões, adoram ajudar nos trabalhos domésticos, e ainda são extremamente românticos.

Ela insistiu, subiu até o 6º andar e encontrou o seguinte aviso:

Andar 6 - Você é a visitante número 31.456.012 neste andar.
Não existem homens à venda aqui.

Este andar existe apenas para provar que as mulheres são impossíveis de agradar.
Obrigado por visitar a Loja de Maridos.


LOJA DE ESPOSAS:

Posteriormente, abriu uma loja do outro lado da rua, a Loja de Esposas, também com seis andares e idêntico regulamento para os
compradores masculinos.

No 1º andar, mulheres que adoram fazer sexo.

No 2º andar, mulheres que adoram fazer sexo e são muito bonitas.

Os andares 3, 4, 5 e 6 nunca foram visitados...


==..==

Ô raça pra se contentar com tão pouco!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

AGORA É A VEZ DAS MULHERES( Para descontrair!)




 
1. Como se chama um homem inteligente, sensível e bonito?
 R..: Boato. 
 
2. O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em ziguezague pelo jardim?
 R.: Continuar a atirar. (rss)
 
3. Por que os homens não têm período de crise na idade madura?
 R.: Porque nunca saem da puberdade.(Absolutamente verdade!!!)
 
4. Qual é o ponto comum entre os homens que frequentam bares para 
solteiros?
 R.: Todos eles são casados. (verdade tbm)
 
5. Como um homem chama o amor verdadeiro?
 R..: Ereção.
 
6. Por que as mulheres não querem mais se casar?
 R.: Porque não é justo. Imagine, por causa de 100 gramas de lingüiça ter  que levar o porco inteiro. 
 
7. Qual a semelhança entre o homem e o microondas?
 R.:Aquecem em 15 segundos.(Boa...ahuuhauah)
 
8. Qual a semelhança entre o homem e o caracol?
 R.: Ambos têm chifres, babam e se arrastam. E ainda pensam que a casa é deles. ( essa é forte...heheheh)
 
9.. Por que não existe um homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo
 tempo?

 R.: Porque seria mulher.(hahahahahaha. Adorei essa!)
 
10. Quando um homem mostra que tem planos para o futuro?
 R.: Quando ele compra 2 caixas de cerveja. (Putz, perfeita!!!)
 
11. Por que mulheres casadas são mais gordas do que as solteiras?
 R.: A solteira chega em casa, vê o que tem na geladeira e vai pra cama, a casada vê o que tem na cama e vai pra geladeira. (Esta é ótima!!!)
 
12. Como se chama uma mulher que sabe onde seu marido está todas as noites?
 R.: Viúva. (haha)
 

 13. O que disse Deus depois de criar o homem?
 R.: Tenho que ser capaz de fazer coisa melhor. (toma essa!)
 
14. O que disse Deus depois de criar a mulher?
 R.: A prática traz a perfeição.(aeeeeeeeee)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...


Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
                                                                                                  Luís Fernando Veríssimo

sábado, 9 de abril de 2011

Curiosidade

A história da Caixa de Música

A história da Caixa de Música iniciou-se na Suíça, berço do relógio musical. Nos finais do século XVIII, esses relógios tinham-se miniaturizado e sofisticado de tal maneira, que até os relógios de bolso e as caixas de rapé eram dotados de um mecanismo que reproduzia pequenos fragmentos musicais.
Os fabricantes começaram então, a aperfeiçoar o seu trabalho, acrescentando os complicados sistemas, a caixas ricamente ornamentadas, criando assim, as Caixas de Música. A primeira caixa de música tornou-se conhecida pelo nome de carrilon à musique. O mecanismo interior incluía um cilindro giratório com puas colocadas de determinada maneira, de modo a porem em movimento as afiadas palhetas metálicas de um bastidor em forma de pente. Nos princípios do século XIX, apareceu o orchestrion ou “orquestra mecânica”, que tinha algumas semelhanças com a caixa de música. Tratava-se de uma espécie órgão de mecânico, tocado através de cartões perfurados e para o qual Beethoven fez algumas composições.
A partir de meados do século XIX, acrescentaram-se acessórios as caixas de música, como por exemplo, pequenos tambores, sinetas, castanholas, cítaras e efeitos de harpa. Pouco a pouco, a tecnologia empregue nas caixas de música foi melhorando e, em 1862, aperfeiçoou-se um sistema através do qual se podia fazer a troca dos cilindros, entre um repertório cada vez maior.
A evolução, fez surgir em 1855, o symphonium, que utilizava discos de cartão perfurados. Outro, o polyphon, utilizava discos metálicos.
O último progresso nesta linha de desenvolvimento realizou-se nos Estado Unido, quando se aperfeiçoou uma máquina dotada de um mecanismo de mudança automática de discos, chegando mesmo a funcionar com a introdução de uma moeda.
Depois da Primeira Guerra Mundial, a produção de caixas de música quase desapareceu, exceto na sua curiosidade de artigos curiosos, devido à popularidade alcançada pelo bem nosso conhecido e recente gramofone.
Só alguns anos depois, fora inserido a bailarina na caixinha de música, que ao abri-la, acionava-se um mecanismo e ela começava a gira (dançar) e a caixinha tocava as mais diversas músicas, tendo preferencialmente as clássicas. Esse atrativo foi espalhando-se e as caixinhas de músicas iam se popularizando principalmente entre as crianças e adolescente, não como um símbolo de segurança para suas jóias, mas sim, como lembrança de encantamentos na infância e adolescência.

quarta-feira, 30 de março de 2011

REALIDADE


Aprendi que se aprende errando;
Que crescer não significa fazer aniversário;
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem;
Que trabalhar não significa ganhar dinheiro;
Que sonhos estão ai para serem alcançados;
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos;
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você ate o fim;
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face;
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela;
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada;
Que a natureza é a coisa mais bela da vida;
Que amar significa se dar por inteiro;
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos;
Que se pode conversar com estrelas;
Que se pode confessar com a lua;
Que se pode viajar alem do infinito;
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde;
Que dar um carinho também faz...
Que sonhar é preciso;
Que se deve ser criança a vida toda;
Que nosso ser é livre;
Que o julgamento alheio não é importante;
Que o que realmente importa é a paz interior".



"Não podemos viver apenas para nós mesmos. Mil fibras nos conectam com outras pessoas, e por essas fibras nossas ações vão como causas, e voltam para nós como efeitos...
Aproveite ao máximo cada instante da sua vida, pois ele é único.

domingo, 27 de março de 2011

BISCOITOS



"Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um Aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo.  Também comprou um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.
Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: Mas que "cara de pau". Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse. A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o ”abusado" vai fazer agora? Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao embarque.
Quando sentou, confortavelmente, numa poltrona, no interior do avião, olhou dentro da bolsa, e para sua surpresa, o pacote de biscoito estava ainda intacto. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo os dela.
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém faz nada certo. Raciocine claramente!  Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa! Converse mais! Seja mais leve".

sexta-feira, 25 de março de 2011

COMO VOCÊ VÊ A VIDA



"Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte de seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes. Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima.
Todas as tardes, o homem que ficava perto da janela passava o tempo descrevendo o que havia lá fora. A janela, aparentemente, dava para um parque onde havia um lago. E por trás da fileira de árvores, avistava-se um belo contorno dos prédios da cidade. As descrições do seu amigo que ficava perto da janela, eventualmente fizeram-no sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora. Mas ele queria estar na janela para ver o que ocorria lá fora.
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover, mesmo quando o som da respiração parou. De manhã, a enfermeira encontrou o homem morto. E logo o homem que ficava longe da janela pediu que o colocassem na cama de seu companheiro. Com muita dificuldade, conseguiu olhar o que havia depois da janela. Mas para sua surpresa havia apenas um muro alto.
A vida sempre será aquilo que o nós a tornamos. Valorize as pessoas que fazem o possível para tornar a sua vida melhor, ajude essas pessoas a serem mais felizes".

domingo, 27 de fevereiro de 2011

CURRICULO E IDEOLOGIA: A HISTÓRIA E CULTURA AFRO BRASILEIRA E AFRICANA - TRABALHO REALIZADO PELA EQUIPE NA ESPECIALIZAÇÃO

UNIVERDADADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ (UEVA)
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS (CCH)
INSTITUTO DE APOIO AO DESENVOIMENTO DA UNIVERSIDADE – IADE/UVA
ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE HISTÓRIA DO CEARÁ (E.E.H.C.)
DISCIPLINA: METODOLOGIA DO ENSINO EM HISTÓRIA


Sobral - CE - JAN/2010


Fazendo uma releitura sobre a História da África que nos foi ensinada nos bancos escolares.

Mediadores:

Antonio Wesley Parente Silva
Fca. Hélia Linhares Rodrigues
Guilardo Aragão Maia
Socorro Mara Torres de Melo
Raimundo Castro Junior
Raquel Rodrigues Mota
Tiago Sampaio Carneiro
Vera Lúcia de Souza


Público Alvo:

·     Alunos da rede pública estadual da Escola de E.E.F.M. Israel Leocádio de Vasconcelos, cursando o ensino médio regular.



APRESENTAÇÂO


Este projeto tem como ponto de partida, despertar nos alunos da E.E.F.M. Israel Leocádio de Vasconcelos, uma visão crítica, sobre o que foi e o que realmente seria a História da África. Procurando, fazer uma reflexão sobre a História da África que lhes foi ensinada e legitimada durantes vários anos nas escolas. Mostrando a África como um continente homogêneo, agrafo, pobre habitado por um único povo e por uma única raça:- a negra.  História que lhes foram ensinadas como verdade absoluta, sem que houvesse uma reflexão e um questionamento consistente, sobre o que seria realmente o continente africano e o qual seria a sua real História.
A discussão propõe instigar nos alunos a perceberem o legado que foi deixado pelos habitantes desse continente em nossa cultura e perceberem os vestígios da cultura africana em nossa sociedade, seja através de topônimos de lugares como MUCAMBO ou através de vocábulos do dia-a-dia, sem esquecer a música, a arte, a culinária e as religiões aministas que ainda hoje estão presentes em nossa sociedade.
Levando os alunos a compreenderem através da interdisciplinaridade e até mesmo da transdisciplinalidade a importância da cultura africana para a formação da sociedade nacional, regional e local e bem como a superarem os estereótipos construídos ao longo destes cinco séculos de rejeição cultural imposta pelo colonizador europeu,mediante sua visão eurocêntrica de mundo.





JUSTIFICATIVA

Fazer uma releitura sobre a História da África, tentando desconstruir as imagens preconceituosas, que ao longo dos séculos foram construídas e legitimadas sobre esse continente, a partir, de uma visão preconceituosa e eurocêntrica. Procurando fazer uma reconstrução  e paralelamente uma  reflexão dessa visão destorcida, simplista e generalizante que se têm sobre o continente africano e a cultura afro-brasileira. Tentando; deixar de lado, seus problemas e contrastes sociais, procurando perceber como realmente esses sujeitos  constroem sua história.




OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

GERAL


v  Despertar nos alunos a consciência crítica lhes propondo o repensar sobre qual História da África que nos foi ensinada nos bancos escolares. Propondo-os novas possibilidades de reflexão sobre o que aprenderam.


ESPECÌFICOS


ü  Mudar a visão preconceituosa que se tem sobre a África como:

a.    Um continente pobre e miserável;
b.    Habitada apenas por negros;
c.    Um lugar repleto de doenças como a AIDS
d.    Marcada e devastada por fome e guerras;
e.    Um continente de analfabetos;
f.     O pior lugar do mundo para se viver.

ü  Possibilitar aos alunos uma reflexão sobre que História da África lhes eram ensinados anteriormente:

ü  Despertar nos alunos o sentimento de alteridade e crticidade:

ü  Desconstruir o racismo e as imagens preconceituosas que foram construídos sobre África e o negro.

ü  Tentar desconstruir a imagem que se tem do negro como coitado, escravo, sujo, fedorento, que tem que apanhar, ou mesmo, o de herói em alguns casos.

ü  Mostrar a importância do trabalho do negro no período Colonial e Regencial.


ESTRATÉGIAS / AÇÔES

        Para execução do projeto “Fazendo uma releitura sobre História da África nos bancos escolares”, iremos dar aulas expositivas para os alunos, trabalhando textos, gravuras, imagens e letras de músicas que nos ajude a conseguir atingir os objetivos desejados, além da apresentação de imagens que ao longo dos anos de estudo, criaram em nossas mentes visões destorcidas do negro e do continente africano. As imagens que nos foram apresentadas acabaram criaram o estereotipo do negro apenas como escravo, uma raça inferior à branca na sociedade. E posteriormente abriremos o espaço para as discussões em grupo sobre o tema proposto mediante uma mesa redonda com os alunos.



CRONOGRAMA DE EXECUÇÂO


JANEIRO



01 a 08


11

18 a 19

25 a 27

29

Elaboração do Projeto

Apresentação do projeto à Escola

Prepara material para realização da aula, reservar espaço físico


Realização das aulas e discussões

Avaliação e mostra dos resultados da discussões

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. O continente africano: diversidade e riqueza cultural. Porque estudar a história da África? Os troncos lingüístico-culturais. A África antes dos europeus – Reinos de Gana, Mali, Songhay e a expansão banta.
  1. A ocupação européia e a escravidão. Séculos XV ao XIX. A escravidão na Costa do ouro e na Guíné. A escravidão em Angola e Congo. Resistência contra escravidão – Nzinga.

  1. A partilha do continente africano no século XIX. A África sob dominação colonial: economia, método e instituições. Submissão e resistência na África (1880-1914). O neocolonialismo – As conquistas inglesas, francesa, belga, alemã e italiana. Samori, Menelik e Chaca Zulu: heróis negros contra as invasões européias.
  1. Etiópia símbolo da África livre e da diáspora.
  1. A África contemporânea: o pós – independência, as guerras “étnicas”, a AIDS.
  1. História da Cultura negro – diaspórica: Cultura negra no Brasil – religiões e manifestações culturais: reinos congos no Brasil. As perseguições à cultura negra no final do século XIX – o caso da capoeira, o samba e os maracatus. Religiões negras candomblé/xangô/batuque/tambor de mina. Formação de umbanda no Brasil.
  2. Raça, preconceito racial, religião (s), gênero e orientação sexual.          


RECURSOS


 Materiais: caneta, papel, pincel, data show, apostilas, computador, etc.

Humanos: professor, aluno e os outros membros que compõem a escola.

Financeiros: 300 reais. 

AVALIAÇÂO


         A avaliação será feita de forma oral, onde os alunos irão dar depoimentos ao final das aulas sobre a imagem que tinham sobre o negro e o continente africano e o que mudou a partir das discussões feitas em sala de aula.  

ANEXOS



ALGUNS VOCABULOS AFRO-BRASILEIROS



Abadá - Túnica branca.
A-I-É - Festa religiosa e profana dos Afro-brasileiros no primeiro dia do ano. "No primeiro de janeiro, costumavam dar uma função, para a qual se cotizavam com antecedência, era a festa chamada A-I-E. 0 objetivo era cumprimentar o  Ano Novo,augurando felicidades e boa colheita para todos".
Atabaque - Tambores primários feitos com peles de animais.
Axé - Energia vital, sagrada, do orixá. A força que está nos elementos da natureza, como animais, plantas, sementes e outros. 
Bem-Casados - Nome de um biscoito. Veio da África Ocidental.                          
Candomblé - Festa Afro-brasileira religiosa dos negros Jejê-nagôs no Brasil.
Capoeira - Arte marcial de origem Afro. Foi introduzido no Brasil pelos escravos bantos da Angola.

Dendê - Fruto do dendezeiro (palmeira). 0 azeite a indispensável na culinária afro-brasileira.
Ere - É um orixá filho de Xangô. Entidade infantil, espírito menor, particular de cada iaô, que nasce durante a feitura de seu santo.
Exu-Também conhecido por Elegbára (ele=dono; agbára=poder).O representante das potências contrarias ao homem. Os africanos assimilam-no ao demônio dos católicos.

Mãe-de-santo ou Mãe-de-terreiro - Sacerdotisa do culto Jejê-nagô, dirigindo a educação sagrada das filhas-de-santo ou cavalo-de-santo.
Mandinga - Feitiço, despacho, mau-olhado. Os negros mandingas eram tidos com os feiticeiros incorrigíveis dos vales do Senegal e do Níger.
Moçambique - Dança africana, como explica a palavra. Foi conhecida e usada nos sertões pelos primeiros escravos mineiros trazidos para o trabalho da extração de ouro.

 
Oxalá - O maior dos orixás, entidade andrógina, a maior tradição religiosa como sobrevivência afro-brasileira. Orixalá ou Oxalá tem um caráter bissexual e simboliza as energias produtivas da natureza.   Esse caráter andrógino de Oxalá e evidente nos seguintes cânticos do candomblé da Bahia: É representado por meio de conchas ou cauris, limão verde dentro de  um circulo de chumbo.Pela  convergência   a   força   de  aculturação ,  Oxalá identificou-se como o mais popular e prestigioso culto de toda a Bahia. 0 dia  do culto especial de Oxalá e a sexta-feira. Ora, identificado como está com o Senhor do Bonfim( Santo de maior devoção entre o povo da Bahia) , pode-s dizer  que  Oxalá tem, semanalmente, o culto mais ruidoso  da Bahia. Todas as Sextas-feiras peregrinas dos subúrbios, da própria cidade e das circunvizinhanças vêm em romaria visitá-la e implorar-Ihe proteção e auxílio. A falta de um deus supremo, por assim dizer palpável, os negros, Jejê-nagôs ou  bantos, adoram Oxalá ,  um mito primitivo. Mora no alto de um monte, como na África.
Sinhá - Corruptela de senhora. Termo originariamente usado pelos escravos africanos para chamarem as mulheres dos seus senhores, chamando, porem, as filhas de sinhazinha ou sinhá moça.  Sinhá é gente de boa família, bem educada, gente fina.
Sinhô - Corruptela de senhor. Termo originariamente usado pelos escravos africanos para chamarem os seus senhores, chamando, porem, os filhos de sinhozinho ou sinhô moço.
Vatapá - Tradicional prato da cozinha afro-brasileira.
Yemanjá - Ye  omo  eja = Mãe dos filhos peixe, ou ,Yéyé omo ejá ( mãe cujo os filhos são peixes)



Quilombo, o el dorado Negro

Composição: Gilberto Gil e Waly Salomão

Existiu
Um eldorado negro no Brasil
Existiu
Como o clarão que o sol da liberdade produziu
Refletiu
A luz da divindade, o fogo santo de Olorum
Reviveu
A utopia um por todos e todos por um
Quilombo
Que todos fizeram com todos os santos zelando
Quilombo
Que todos regaram com todas as águas do pranto
Quilombo
Que todos tiveram de tombar amando e lutando
Quilombo
Que todos nós ainda hoje desejamos tanto
Existiu
Um eldorado negro no Brasil
Existiu
Viveu, lutou, tombou, morreu, de novo ressurgiu
Ressurgiu
Pavão de tantas cores, carnaval do sonho meu
Renasceu
Quilombo, agora, sim, você e eu

Quilombo
Quilombo
Quilomb


PAÍSES AFRICANOS
REGIÕES AFRICANAS



BIBLIOGRAFIA

PEREIRA, Amauri Mendes. Porque estudar a história da África? Cadernos CEAP. Rio de Janeiro, 2006.
PEREIRA, José Maria Nunes. África um novo olhar. Rio de Janeiro: Cadernos CEAP 2006.
SERRANO Carlos; WALDMAN, Maurício. Memória D’ África – a temática africana em sala de aula. São Paulo: Ed. Cortez, 2007.
SILVA, Alberto da Costa e. A enxada e lança. A África antes dos portugueses. São Paulo / Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.
SILVA, Alberto Costa e. A manilha e o libambo. A África e a escravidão, de 1500 a 1700. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004.
SILVA, Alberto da Costa e. Francisco Félix de Sousa – Mercador de escravos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004.
OLIVER, Roland. A experiência Africana – da pré-história aos dias atuais. Jorge Zahar, Rio de Janeiro: 1994.
MUNANGA, Kabengele. Identidade étnica, poder e direitos humanos. Thot África, nº 80, 2004, p. 19-30.
MUNANGA, Kabengele. O subdesenvolvimento e as desigualdades sociais no continente africano in: SUCUMA, Arnaldo ; FLORES, Elio Chaves (orgs). Caminhos para o desenvolvimento: convênios e saberes para o século XXI. João Pessoa: Ed. UFPB, 2007.
KI-ZERBO, Joseph. Para quando África? Entrevista com René Holenstein. Rio de Janeiro Ed. Pallas, 2006.
HASEMBALG, Carlos A; MUNANGA, Kabengele; SCHARCZ, Liliam Mortiz. Estudos e pesquisas – racismo: perspectivas para um estudo contextualizado da sociedade brasileira. Niterói: Ed. UFF, 1998.